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Páscoa, o Senhor no nosso meio!

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Leia mais:Páscoa, o Senhor no nosso meio!Jesus venceu a morte e está vivo. Não só nesta noite santa da Vigília Pascal, mas em todas as circunstâncias em que ouvimos a voz do sacerdote aclamar: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO! Ao que todos os fiéis e ministros ordenados, em autêntica profissão de fé, exclamam: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. Graças a essa verdade esplêndida, celebramos nesta noite santa, com imensa alegria, o Cristo Ressuscitado e com renovada esperança a vida nova de ressuscitados. Por isso, o venerável dia santo da Páscoa é o Domingo primordial, do qual derivam todos os outros domingos do ano. Domingo a domingo, celebramos com a Igreja a Páscoa semanal, que é o Dia do Senhor.

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Páscoa, o Senhor no nosso meio!

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Leia mais:Páscoa, o Senhor no nosso meio!Jesus venceu a morte e está vivo. Não só nesta noite santa da Vigília Pascal, mas em todas as circunstâncias em que ouvimos a voz do sacerdote aclamar: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO! Ao que todos os fiéis e ministros ordenados, em autêntica profissão de fé, exclamam: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. Graças a essa verdade esplêndida, celebramos nesta noite santa, com imensa alegria, o Cristo Ressuscitado e com renovada esperança a vida nova de ressuscitados. Por isso, o venerável dia santo da Páscoa é o Domingo primordial, do qual derivam todos os outros domingos do ano. Domingo a domingo, celebramos com a Igreja a Páscoa semanal, que é o Dia do Senhor.

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Quaresma, tempo de conversão

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Leia mais:Quaresma, tempo de conversãoChama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".

Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa.

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Reforma litúrgica: participação ativa dos fiéis

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Leia mais:Reforma litúrgica: participação ativa dos fiéisDe Jackson Erpen – Cidade do Vaticano para o Vatican News

No primeiro programa Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II,  da Rádio Vaticana, foi abordado o tema “Cristo, o grande sacrifício na Eucaristia” tratando da reforma litúrgica causada pelo concílio..

O Padre Gerson Schmidt apresentou outro aspecto da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, que é a participação ativa dos fiéis na celebração. Veja um pouco de sua reflexão:

“Um dos aspectos importante da reforma litúrgica do concilio Vaticano II é a participação ativa dos fiéis. Para entender bem esse aspecto, acentuado por diversas vezes na Constituição Sacrosanctum Concilium.

Os bispos brasileiros, que tiveram participação no Concilio Vaticano II, apontam que essa participação ativa dos fiéis foi uma das grandes bandeiras firmemente levantadas pelo episcopado brasileiro, por ocasião dos debates nas sessões de aprovação do documento da reforma litúrgica.

A permissão do uso da língua vernácula já trouxe a possibilidade dessa participação mais ativa e consciente, a renovação dos ritos, aclamações e cantos. São inúmeros os textos da Sacrosanctum Concilium que falam dessa participação ativa, inclusive com o título em destaque: “PARTICIPAÇÃO ATIVA DOS FIÉIS”, mais de uma vez no documento.

Já falamos aqui do número 48 que afirma: “Por isso, a Igreja procura, solícita e cuidadosa, que os cristãos não assistam a este mistério de fé como estranhos ou expectadores mudos, mas participem na ação sagrada, consciente, piedosa e ativamente, por meio de uma boa compreensão dos ritos e orações; sejam instruídos na palavra de Deus”. Ou seja: participação da missa consciente, piedosa e ativamente.

Por isso, nós não vamos “assistir” a missa como era a expressão até então, usada antes do concilio, como se a gente fosse a um cinema ou a um teatro muito bem montado. Precisamos participar de maneira consciente, mesmo no silêncio. Também quem celebra não é somente o sacerdote. Somos todos nós.

Por isso é incorreto, na motivação inicial da Santa Missa, o animador dizer: “Vamos receber o celebrante”. O padre não é somente ele o celebrante. Todos celebramos. O sacerdote é o celebrante principal ou o presidente da celebração. É correto dizer simplesmente: “Vamos receber a procissão de entrada com o canto...”.

Nesse prisma, o número 30 e 31 da SC afirma, tendo como título desses dois artigos - “Participação ativa dos fiéis”: 30. Para promover a participação ativa, cuide-se de incentivar as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as ações, gestos e atitudes. Seja também observado, a seu tempo, o silêncio sagrado. 31. Na revisão dos livros litúrgicos, procure-se que as rubricas prevejam também as partes dos fiéis”.

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28 de dezembro - Santos Inocentes

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Leia mais:28 de dezembro - Santos InocentesA festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade este tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras. Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, “encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes – ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: ‘Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar’. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. E lá esteve até à morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: ‘Do Egito chamarei o meu filho’.