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Como viver bem a Quaresma?

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Leia mais:Como viver bem a Quaresma?Vivendo o tempo especial da Quaresma

Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: “Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!” (2 Cor 5, 20); “exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação.” (2 Cor 6, 1-2).

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.

Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, ”voltamos ao pó” que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: “És pó, e ao pó tu hás de tornar”. (Gênesis 2, 19)

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Solenidade de S.Pedro e S.Paulo

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Leia mais:Solenidade de S.Pedro e S.PauloÉ com muita alegria que a Igreja celebra a solenidade das duas grandes colunas da Igreja, Pedro e Paulo. Quando falamos de Pedro, lembramo-nos de instituição, poder das chaves, hierarquia, serviço ministerial. Fez parte do grupo dos doze. Foi uma testemunha ocular da vida de Cristo, que lhe disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”.

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Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

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Leia mais:Solenidade do Sagrado Coração de JesusNa missa da solenidade, da festa do Sagrado Coração de Jesus, que celebra-se nesta semana, entoa-se um hino de louvor ao Pai que quis que seu Filho Unigênito, pendente da cruz, tivesse seu coração rasgado pela lança para que deste sacrário jorrasse a fonte da divina misericórdia.

O Espírito Santo, presente na Igreja, inspirou nossos Pastores a instituir este culto numa época difícil para os fiéis, asfixiados por doutrinas que, esquecidas da misericórdia de Deus que se estende a todos os homens, impunham pesados ônus para aqueles que buscavam a salvação, quando não a tornavam impossível para os que diziam não terem sido predestinados.

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Pentecostes

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Leia mais:PentecostesA descida do Espírito Santo aos Apóstolos

“E, porque sois filhos, enviou Deus a nossos corações Espírito de seu Filho que clama: Abbá, Pai” (Gl 4,6).

A Igreja nos ensina que desde quando Deus enviou a nós o seu Filho, enviou sempre seu Espírito, porque a missão dos dois é conjunta e inseparável. Na “plenitude dos tempos” (Gl 4,4), a Virgem Maria concebeu o Verbo bendito de Deus. Pelo Espírito Santo nela, o Pai deu ao mundo o Emanuel, “Deus-conosco” (Mt 1,23).  É pela unção do Espírito Santo em sua Encarnação que o Filho de Deus é consagrado Cristo Messias.    Por sua Morte e Ressurreição, Jesus é constituído Senhor e Cristo na glória e, de sua Plenitude, derramou o Espírito Santo sobre os Apóstolos e a Igreja no dia de Pentecostes. Ele é a alma da Igreja, sua força, sua luz, seu guia, sua Verdade e sua inspiração. Ele constrói, anima e santifica a Igreja. A missão de Cristo e do Espírito Santo realiza-se na Igreja, Corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo.

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Até quando vai o tempo pascal?

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Leia mais:Até quando vai o tempo pascal?Duração

O Tempo pascal compreende os cinqüenta dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes. Sejam estes 50 dias celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, “como um grande domingo”. Principalmente nesses dias se cante o Aleluia.